sábado, 26 de maio de 2012

5- SNOWBIRDS - CANADÁ


O Esquadão Snowbirds, é um símbolo de unidade e dignidade, um síbolo de orgulho do povo canadense. Nas suas inúmeras demonstrações utilizando as aeronaves CT-114, TUTOR, projetado e construído no Canadá e também utilizado pela FAC- Força Aérea do Canadá para a formação básica de seus pilotos.. Extremamente seguro e executa com muito arrojo suas demonstrações no Canadá e em vários países do mundo. Existe uma equipe baseada em Otawa, sede da força aérea, sempre preocupada em aperfeiçoar a performance do esquadrão canadense. Pela continua eficiência de suas aerovaves o Snowbirds espera continuar voando no Tutor nos próximos anos. A Canadian Forces Snowbirds sempre tem sido com convites para participar de mostras cívicas e eventos em toda a América do Norte. Realiza em média cerca de 60 demonstrações aéreas a cada ano, graças a qualidade de sua equipe está apta a realizar shows extremamente movimentados, renovando o seu repertório de manobras que chega a 50 formações a cada apresentação

sexta-feira, 20 de junho de 2008

RESUMO DOS 18 MUNDIAIS

Nos arquivos-permanentes da Revist@-@R, incluimos mais uma importante série que apresenta uma das maiores paixões de quase todos os povos do mundo: o futebol. Esporte que pára países inteiros, quando milhões de pessoas irmanadas passam acompanhar jogos importantes da sua seleção, numa competição que acontece a cada quatro anos. A partir de agora, você pode acompanhar A HISTÓRIA DE TODAS AS COPAS. São 21 matérias sobre os 18 mundiais disputados ao longo de 76 anos, a partir de 1930 no Uruguai, até o mais recente, na Alemanha em 2006, reunindo os principais acontecimentos de cada Copa, que foi conquistada com lágrimas e dedicação. Esperamos que você acompanhe mais esta série-arquivo da Revist@-@R, e possa saboreá-la intensamente. Na história de cada Copa, você encontra fotos históricas, que nos fazem reviver além da história dos mundiais, trechos importantes da História da própria Humanidade!A Copa do Mundo, é um torneio de futebol masculino realizado a cada quatro anos, organizado pela FIFA. Começou em 1930, em Montevidéo no Uruguai, no Estádio Centenário (foto), palco de uma primeira decisão que resultou na conquista do Uruguaia ao derrotar a rival e vizinha Argentina por 4 x 2. No primeiro mundial, não havia torneio eliminatório, e os países foram convidados para o torneio. Nos anos de 1942 e 1946, a Copa deixou de ser realizada devido à Segunda Guerra Mundial. O Brasil possui a seleção com mais títulos mundiais, e é o único pentacampeão, mesmo perdendo o que foi realizado no Brasil em 1950. Por isso, todos os titulos conquistados foram no exterior na seguinte ordem: Suécia, Chile, México, EUA, e Coréia-Japão. É também o único país a ter participado de todas os Campeonatos. A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do mundo, ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos de Verão. É realizada a cada quatro anos, tendo sido sediada pela última vez em na Alemanha em 2006, com a Itália sagrando-se campeã, e a França em segundo lugar. O país sede, a Alemanha ficou em terceiro e Portugal em quarto. (Na 2a. foto), o Globo em forma de bola de futebol em Nuremberg, Alemanha, uma promovendo a Copa realizada em 2006. Apenas sete países foram campeões nos 18 Campeonatos disputados de 1930 a 2006. São eles: Brasil (5 Itália (4): 1934, 1938, 1982 e 2006; Alemanha (3): 1954, 1974 e 1990; 4º empatados: Argentina (2): 1978 e 1986 e Uruguai (2): 1930 e 1950* (*Copa realizada no Brasil); Em 5º estão: França (1): 1998; e Inglaterra (1): 1966. Em 2010, o 19º mundial sera realizado pela primeira vez num país da Africa, cabendo o privilégio à África do Sul.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

1º Mundial

URUGAI PROMOVE E VENCE !
Fotos: (1) Os campeões numa montagem, ladeados pela bandeira uruguaia e a Taça Jules Rimet; (2) O Estádio Centenário construido para a 1ª Copa e (3) O quarto gol do Uruguai no jogo final: Uruguai 4 x Argentina 2.






Iniciamos esta série: "HISTÓRIA de TODAS AS COPAS, vamos contar a história do primeiro mundial de futebol, realizado em 1930 no Uruguai, e conquistado com méritos pela melhor seleção da época: a do próprio Uruguai. A escolha do país vizinho, como primeiro promotor de uma Copa do Mundo de Futebol não agradou às principais seleções da Europa, que ameaçavam não disputar a competição na “longínqua” América do Sul. O possível boicote, porém, não intimidou o francês Jules Rimet, então presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), que garantiu a realização do torneio em solo uruguaio. Para embasar sua decisão, alegava que a Celeste era a atual bicampeã olímpica da modalidade (1924 e 1928), e que, naquele ano, os uruguaios comemorariam o centenário de sua independência. Por isso, preparariam uma grande festa. Das 46 seleções filiadas à Fifa em 1930, apenas 13 desembarcaram em solo uruguaio para participar da primeira Copa. Das seleções européias, apenas participaram: Iugoslávia, França, Romênia e Bélgica - (na época, times de segundo escalão) - que “furaram” o boicote e chegaram ao Uruguai. Os outros nove escretes eram das Américas. Com o boicote, o caminho do Uruguai rumo ao título ficou ainda mais fácil. A Celeste disputou e venceu quatro partidas, marcando 15 gols e sofrendo apenas três. Na final, no dia 31 de julho, bateu a Argentina, por 4x2, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Os uruguaios se sagraram os primeiros campeões mundiais de futebol. Coube ao então capitão da Celeste, José Nazassi, levantar a Taça Jules Rimet - uma estátua de 30 centímetros de altura, feita em ouro e pesando quatro quilos, orçada em R$ 42 mil reais (valor atual).Do primeiro Mundial, restou aos brasileiros comemorar o título de defesa menos vazada, com apenas dois gols. De fato, este já foi um grande feito para uma Seleção “rachada” por uma briga política entre paulistas e cariocas. Para a Copa do Uruguai, o técnico Píndaro de Carvalho foi obrigado a convocar apenas jogadores que atuassem em clubes do Rio de Janeiro, deixando aqui, craques como Friedenreich, Feitiço e Del Debio. Cabeça de chave do grupo C, o Brasil estreou em Copas do Mundo com uma derrota para a Iugoslávia, por 2x1. O gol brasileiro foi marcado por Preguinho, que atuava no Fluminense. Na segunda partida, o escrete braileiro já não tinha mais pretensões de classificação às semifinais. E, assim como “quem não quer nada”, goleou a Bolívia, por 4x0. Moderato, do Flamengo, e Preguinho, do Flu, marcaram duas vezes cada. Os brasileiros terminaram o Mundial na modesta 6ª colocação.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

2º Mundial

ITALIA VENCE A COPA DO FASCISMO






Fotos: (1)- Coliseu símbolo da capital italiana; (2)- Lance da acirrada partida final em que a Italia derrotou a Tchecoslováquia na prorrogação; (3)- O estádio Olimpico de Roma palco da partida final e (4) - A equipe da Italia perfilada, momentos antes de conquistar o seu primeiro titulo mundial.








Principal líder do boicote à primeira Copa do Mundo, a Itália ganhou o direito de sediar a segunda edição da competição. Mais do que um simples torneio futebolístico, era a chance que o ditador Benito Mussolini esperava para promover os ideais fascistas, mostrando ao mundo seus “benefícios”. Neste caso, não bastava realizar um campeonato impecável no quesito organizacional, era preciso que a Azzurra fosse campeã. Na Itália, competiram 32. Ao contrário do primeiro mundial, neste, foram realizadas eliminatórias. A única ausência sentida na Copa de 34 foi a do Uruguai, então atual campeão, que respondeu na mesma “moeda” ao boicote italiano, quatro anos antes. Só brasileiros e argentinos representaram a América do Sul no Mundial de 1934. Os outros “forasteiros” na Copa foram o Egito e os Estados Unidos. Todos quatro disputaram apenas uma partida, perderam e foram eliminados, deixando a briga pelo título para os europeus.O caminho da Itália rumo ao título não foi fácil. Exceto na estréia, quando goleou os Estados Unidos por 7x1, a Azzurra venceu seus jogos pela diferença mínima. Na final, derrotou de virada a Tchecoslováquia, por 2x1, sob os aplausos do ditador Benito Mussolini. Uma Copa que serviu de escola para o Brasil Os brasileiros não aprenderam com os erros cometidos na primeira edição do Mundial e chegaram à Itália novamente “divididos”, depois de uma exaustiva viagem de navio, que durou mais de 15 dias. no qual realizavam seus treinamentos (foto). Antes a briga era entre cariocas e paulistas, desta vez, entre os atletas profissionais e amadores. À época, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) condenava o profissionalismo no futebol, já instalado em São Paulo. Mesmo assim, tentou convencer, mediante o pagamento de “pequenas fortunas”, alguns jogadores paulistas a integrarem o elenco da Seleção. A medida não foi bem aceita entre os atletas amadores. A desorganização na Seleção Brasileira era tanta que havia dois treinadores.O resultado de tanta bagunça não poderia ser outro que não a desclassificação logo na estréia da Copa. O Brasil foi derrotado pela Espanha, por 3x1, e terminou o mundial em 16º lugar. O gol de honra brasileiro foi marcado pelo genial Leônidas da Silva, então jogador do Vasco da Gama.

terça-feira, 17 de junho de 2008

3º Mundial

ITALIA CONQUISTA O BICAMPEONATO







(Fotos: (1)- O Estádio Velodrome em Marselha; (2)- A torre Eiffel, símbolo da França; (3)- O quarto gol da Itália contra a Hungria assinalado por Meazza, e (4)- A comemoração da seleção italiana, ostentando pela segunda vez a Jules Rimet)






Em meio aos movimentos iniciais da Segunda Guerra Mundial, a terceira edição da Copa do Mundo foi realizada em 1938, na França, país natal do idealizador da competição, Jules Rimet. A tensão política era nítida e se refletia nas arquibancadas, com constantes manifestações contra o fascismo e o nazismo. Devido aos primeiros confrontos, Áustria e Espanha, que haviam se classificado, desistiram de participar do torneio.Outra ausência bastante sentida foi a das seleções sul-americanas, que decidiram boicotar o Mundial, pois achavam que a Copa deveria ser realizada na Argentina. A única excessão foi o Brasil, que disputou a Copa do Mundo desacreditado, principalmente após os fracassos nas duas primeiras edições da competição.O Brasil mais organizada fora de campo e sem desfalques por brigas bairristas, acabou surpreendendo e terminou o Mundial na terceira colocação, após bater a Suécia, na decisão pelo bronze, por 4x2. Para muitos, o Brasil só não disputou o título por excesso de confiança.Na semifinal contra a Itália, o técnico brasileiro, Adhemar Pimenta, cometeu o mais grave dos erros ao deixar o craque Leônidas da Silva, artilheiro do torneio com oito gols, no banco de reservas. “Ele está sendo poupado para a grande final”, disse o treinador, antes da eliminação brasileira. Melhor então para a Squadra Azzurra, que venceu os brasileiros, por 2x1, e se classificou para a decisão. Conquistar o bicampeonato mundial era novamente questão de honra para o regime do ditador Benito Mussolini. A vitória na final sobre a Hungria, por 4x2, garantiu o título. Na comemoração, os jogadores da Itália levantaram o braço direito em referência a saudação fascista, sob as vaias dos torcedores franceses. Além do Brasil, outras duas seleções fora do eixo europeu disputaram aquele Mundial e ambas debutavam no torneio: Cuba e Índias Holandesas (atual Indonésia), que representavam América Central e Ásia, respectivamente, foram eliminadas na primeira fase. Com a segunda Guerra Mundial, a Copa deixou de ser disputada durante 12 anos, só voltando a ser disputada no Brasil em 1950.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

4º Mundial

URUGUAI DERROTA BRASIL EM PLENO MARACANÃ






Fotos da maior decepção na história da Seleção Brasileira: Foto (1) O Rio de Janeiro (cidade maravilhosa, à época capital do Brasil, teve o privilégio de sediar quase todos os jogos da nossa seleção; (2) O Maracanã foi o palco da grande decepção: 200 mil brasileiros chorando copiosamente; (3) Este é o famoso segundo gol de Giggia que liquidou com com a festa brasileira e deixou um exemplo: "Ninguém vence na véspera"; e (4) Uma montagem da foto do gol decisivo dando ênfase a grande conquista dos nossos vizinhos orientais.





Talvez, a derrota de virada Uruguaia, por 2x1, em pleno Maracanã, na final do Mundial de 1950, seja a maior tragédia do futebol brasileiro. Naquele 16 de julho, tudo estava a favor do Brasil: A Seleção atuava em casa, apoiada por mais de 200 mil torcedores, e para conquistar o título bastava um simples empate. Mas quiseram os “deuses do futebol” que Ghiggia marcasse o segundo gol uruguaio aos 34 minutos do segundo tempo, selando a vitória Celeste. O lance até hoje gera a polêmica sobre uma eventual falha do goleiro Barbosa. O fato é que os brasileiros procuram uma resposta para aquele fracasso. Procura essa, que perdurou, até recentemente, quando Barbosa faleceu na miséria, na cidade de Praia Grande-SP. A escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo aconteceu em 1946, após uma reunião realizada em Luxemburgo. Os dirigentes da Fifa levaram em conta o fato do País não ter sido diretamente atingido pela Segunda Guerra Mundial. No encontro, também ficou definido que o troféu do torneio se chamaria, dali em diante, Taça Jules Rimet, em homenagem ao presidente da entidade, pelo esforço que fez para manter vivo o espírito do futebol durante a 2a. Guerra Mundial. Para sediar o Mundial, o Brasil decidiu construir seu “santuário”: o Maracanã, um estádio com capacidade para 220 mil torcedores. As obras duraram quase dois anos. A inauguração aconteceu em 24 de junho de 1950, quando a Seleção estreou na Copa, derrotando o México, por 4x0. Cerca de 80 mil torcedores viram Ademir (2), Jair e Baltazar marcarem os gols brasileiros. Além do México, o Brasil encarou outras duas seleções na primeira fase: empatou com a Suíça, em 2x2 no Pacaembú em São Paulo, aliás, único jogo fora do Maracanã, e voltou a vencer desta feita a Iugoslávia, por 2x0. Com estes resultados, garantiu vaga no quadrangular final da Copa do Mundo, ao lado de Suécia, Espanha e Uruguai. Duas goleadas na abertura da fase final da Copa do Mundo empolgaram o torcedor brasileiro. Depois de enfiar 7x1 na Suécia e 6x1 na Espanha, o Brasil precisava de apenas um empate diante dos uruguaios para garantir o seu primeiro título mundial. Parecia tudo muito fácil. Mas aquele gol de Ghiggia colocou fim ao sonho de milhões de brasileiros. O clima de perplexidade era tanto no Estádio do Maracanã, que as autoridades brasileiras até mesmo esqueceram de entregar a taça aos campeões. Foi preciso que o presidente da Fifa, Jules Rimet, descesse ao gramado para dar prosseguimento à cerimônia que coroava o bicampeão Uruguai.

domingo, 15 de junho de 2008

5º Mundial

ALEMANHA TIRA O TITULO DA MELHOR SELEÇÃO








Fotos: (1)- Uma cidade típica da Suiça: (2) O estádio de Zurich local da decisão, na qual o time da Hungria que maravilhou o mundo é batido pela estratégia alemã: (3) Puskas (grande craque do futebol mundial) lidera à esquerda a entrada da Seleção da Hungria, ladeada pela Alemanha: e (4) O 3º gol que assegurou o titulo à Alemanha ao derrotar de virada os Hungaros por 3 a 2.






Assim como há quatro anos, o país sede da Copa do Mundo de 1954, foi escolhido por razões políticas, ainda em clima tenso de pós-guerra. Neutra durante o confronto, a Suíça ganhou o direito de realizar o Mundial. A quinta edição do torneio ficou marcada pelo excessivo número de gols, 143 em 26 partidas, média de 5,3 tentos por jogo (a maior até hoje), e por mais uma injustiça futebolística, a super favorita Hungria sucumbiu na decisão ao pragmatismo da fraca Alemanha e deixou escapar um título que já lhe parecia nas mãos.Para os brasileiros, a Copa do Mundo de 1954, na Suíça, ficou marcada pela cor amarela no uniforme da Seleção, em substituição as camisas brancas – para os supersticiosos, elas foram às culpadas pelo fracasso no Mundial anterior, quando o Brasil perdeu o título para o Uruguai, em pleno Maracanã. Mas não foi desta vez que a amarelinha seria “suficiente” para levantar a taça, e a Seleção esbarrou no poderio húngaro, ainda nas quartas-de-final. Antes, os brasileiros haviam eliminado México e Iugoslávia na primeira fase, ao venceram por 5x0 e empatarem em 1x1, respectivamente.Comandada pelos craques Puskas, Kocsis e Czibor, a Hungria arrasou na primeira fase da Copa, ao golear Coréia do Sul e a própria Alemanha, esta por humilhantes 8x3. Nas quartas-de-final, haviam de encarar a Seleção Brasileira. Para esta partida, o termo batalha é ideal. Dentro de campo, 4x2 para os húngaros. Fora, uma pancadaria generalizada entre as duas delegações. O confronto ficou conhecido como “A Batalha de Berna”, em referência ao nome da cidade suiça. Antes de chegar à final com os alemães, a Hungria ainda precisou passar pelo Uruguai. Na decisão, nada parecia capaz de deter os húngaros, que com oito minutos de jogo já venciam por 2x0, gols de Puskas e Czibor. A Alemanha teve forças de empatar ainda no primeiro tempo. Mas a maior surpresa estava reservada para os 39 minutos da etapa final, quando Rahn virou o placar, 3x2, e garantiu o primeiro título alemão da Copa do Mundo de 1954. O Brasil encerrou a sua participação classificado em 6º lugar.
Acesse "postagens mais antigas" e acompanhe no 2º Bloco os mundiais de 1958, 62, 66, 70, 74, 78 e 82...